Sunday, December 23, 2012

Judas - O gato de 48 cm e 10 quilos não é adoptado pelo seu tamanho

Com 48 cm de comprimento, 10 quilos e 3 anos, Judas, o gato preto e branco não consegue encontrar um lar devido ao seu tamanho.
Ele é um dos habitantes do abrigo Happy Endings em Faversham, Kent e foi recolhido há nove meses quando os seus donos o levaram ao veterinário para ser abatido.
A manager do local diz: "Quando as pessoas nos visitam param sempre na sua gaiola e olham de maneira indelicada. Elas perguntam se ele é um gato normal. Penso que as pessoas imaginam que ele dá muito trabalho mas na verdade ele é um doce". Ela acrescenta: "Ele não ronrona nem se roça nas nossas pernas" e tem medo que ele nunca seja adoptado "todos os seus amigos arranjam uma casa no espaço de 1 a 2 meses mas ele já viu 5."

Wednesday, October 31, 2012

Feliz Miau-lloween

Em honra do Halloween hoje trazemo-vos fotos especiais. Lembrem-se, entre hoje e dia 2 de Novembro mantenham os vossos gatos pretos e os gatos brancos seguros em casa, especialmente os que não estiverem castrados, pois muitas vezes estes são utilizados em rituais de sacrificio neste dia.
Feliz Miau-lloween!









Wednesday, September 26, 2012

Gato rouba objectos de vizinhos e faz sucesso na internet

"Um gato cleptomaníaco chamado Denis roubou mais de cem objetos de seus vizinhos em Inglaterra. As informações são do Huffington Post.

O jornal The Sun informou que Denis, de 18 meses de idade, trouxe para sua casa uma toalha de banho, uma bola de futebol, cinco pincéis, um par de chinelos, uma camisa cara, uma boneca e luvas para a sua dona envergonhada, Lesley Newman.
Ele também levou um par de sapatos, um casaco, um brinquedo de borracha para cães, dezenas de pares de meias, panos de prato, sete esponjas de lavar carros, uma boneca Barbie, um brinquedo infantil, e luvas de boxe."

"Os vídeos de Denis em ação fizeram com que ele se tornasse um sucesso na Internet, e ganhou uma página no Facebook, uma conta no Twitter e uma linha de t-shirts com sua imagem, informa a BBC.
Os lucros obtidos com a venda das t-shirts serão destinados à ONG Homeless Cat Rescue Bedfordshire, que resgata e cuida de gatos abandonados."

 Veja aqui o video de Denis em acção:



Gatos são torturados em experiências chocantes nos EUA

Achámos importante partilhar este artigo convosco, os nossos leitores, pois parece impossível que ainda hoje em dia coisas destas aconteçam. É importante que todos nós tomemos consciência que os animas sofrem tanto quanto nós e que devem ser tratados com respeito. Se quiser tomar acção em relação a este caso clique AQUI.


Experiências tortuosas em gata na Universidade de Winsconsin-Madison. Foto: PETA


Há décadas, gatos vêm sendo aprisionados, cortados e mortos para experimentos cruéis e inúteis de “localização de som” na Universidade de Wisconsin–Madison, nos Estados Unidos.
Quando a ONG PETA descobriu que os envolvidos tiraram fotos para documentar este abuso, foi exigido que a universidade liberasse as fotos. Sabendo que o público irá ficar furioso quando a verdade viesse à tona, a universidade lutou para manter esta crueldade em segredo por mais de três anos, mas um processo jurídico fez a universidade apresentar as imagens. A PETA agora possui várias imagens inéditas mostrando a vida miserável e morte de gatos como “Double Trouble” (Problema Duplo em português), que sofreu por meses como cobaia neste experimento.
De acordo com os registros obtidos pelo PETA, Double Trouble foi submetida a várias cirurgias invasivas em seus olhos, orelhas e cérebro. Na primeira operação, bobinas de aço foram implantadas em seus olhos e um poste de aço inoxidável foi anexado em seu crânio para que sua cabeça pudesse permanecer imóvel durante os experimentos. Na cirurgia seguinte, Double Trouble teve seu crânio aberto por furadeiras para que eletrodos pudessem ser introduzidos em seu cérebro. Os cientistas então aplicaram uma substância tóxica dentro de suas orelhas para ensurdecê-la, e implantes elétricos foram introduzidos no fundo de seus ouvidos.
Registros mostram que a gata acordou da anestesia durante a cirurgia e que estava com dor enquanto os cientistas abriam seu crânio. Outro gato também acordou da anestesia durante uma cirurgia.
Após as cirurgias, a gata foi submetida a sessões experimentais em que sua cabeça foi fixada e ela foi colocada em um saco de nylon e forçada a escutar sons vindo de várias direções. Double Trouble não recebia comida por vários dias antes das sessões para que ela fosse forçada a cooperar em troca de um pouco de comida.
A sua saúde logo se deteriorou. Registros mostram que ela foi vista se contorcendo, o que as anotações clínicas indicavam que era “um sinal neurológico”. Sua face ficou parcialmente paralisada e os ferimentos em sua cabeça nunca curaram. Mais de três meses após sua última cirurgia, os registros descrevem que seus ferimentos como “abertos, úmidos, com secreção de pus e sangue, com inchaço moderado”.
Uma infecção resistente a antibióticos surgiu devido aos ferimentos, mas os experimentos continuaram mesmo assim por dois meses. Uma das últimas anotações nos registros de Double Trouble informa que ela está “aparentemente deprimida”. No fim, ela foi sacrificada e decapitada para que os cientistas pudessem analisar seu cérebro.
Cientistas justificaram o uso de 30 gatos por ano não porque os experimentos resultariam em melhoras para a saúde humana, mas porque “precisavam manter um registro produtivo de publicações que assegurassem constante recebimento de verbas”.
Porém, nenhuma publicação foi vista em nenhuma revista científica como resultado do sofrimento de Double Trouble. Correspondências entre cientistas da universidade e seus colaboradores reconhecem que houve um problema com a cirurgia de Double Trouble, e o experimento foi um fracasso.
Este experimento é parte de um grande projeto que recebeu mais de 3 milhões de dólares, vindos dos impostos pagos por cidadãos, e tem colaboração dos Institutos Nacionais de Saúde (National Institutes of Health – NIH), que declararam que o propósito do experimentos era entender como o cérebro determina a localização de um som. Mas pesquisadores de instituições no mundo todo já usam métodos modernos com pessoas voluntárias para investigar esta questão.
A PETA entrou em contato com policiais federais para investigar a vida e morte de Double Trouble e para que ações sejam tomadas contra a universidade por várias violações de leis federais de bem estar animal.

Artigo: ANDA

Monday, September 24, 2012

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Sunday, September 23, 2012

Gato preto associado a boa sorte

Muitas vezes ouvimos falar do gato preto como um animal relacionada com o mal mas muitas culturas pensam de maneira diferente. Na verdade os mitos que relacionam o gato preto com a sorte apontam muito mais para a boa sorte.
No Antigo Egipto os gatos pretos eram venerados e tratados como realeza.
Embora na nossa cultura a superstição seja que se um gato preto se atravessar no nosso caminho trará má sorte, muitos pensam que se este o fizer significa que a pessoa com quem ele se cruza terá sorte e se fizer três festas ao animal terá ainda mais sorte.
As mulheres dos pescadores costumavam manter gatos pretos para dar sorte aos seus maridos quando estes iam para o mar, acreditando mesmo que o animal afastaria o perigo. Muitas vezes os gatos eram roubados por serem tão valiosos.
Muitos marinheiros acreditavam que se um gato preto se aproximasse deles na popa do barco, a sorte lhes sorriria.
Os Escoceses ainda hoje acreditam que se um gato preto se aproximar do alpendre das suas casas lhes trará prosperidade e em Inglaterra diz-se que caso viva um gato preto dentro de casa, as jovens que nela residem terão muitos pretendentes.
Os Franceses consideram os gatos pretos simbolos de boa sorte também.

Nota: Este artigo é dedicado a todos os gatos pretos que se atravessaram no meu caminho e aos que ainda hoje fazem parte da minha vida e tudo o que me trouxeram foi alegria: Miau - o gato preto com apenas um olho mas um enorme coração, Silvestre - o gato preto mais "zen" do Mundo, Oreo e Tokio - os bébés que criei como filhos e a quem dei biberão, Trick - a bébé arisca que encontrei no Halloween e hoje vive aqui na casa do lado com a vizinha, Cappuccino -  o meu bébé lindo e adorável que com apenas 2 mesinhos me faz sorrir todos os dias e o "Olhinhos verdes" - um dos mais bonitos gatos pretos que já vi e todos os dias me acompanha quando vou deitar o lixo fora.

Saturday, September 15, 2012

A amizade não escolhe espécie





















O papel dos gatos no antigo egipto

A relação gato-humana já existe há muito tempo. O profeta Maomé disse mesmo ter encontrado um gato que dormia nas suas vestes, pelo que terá feito um buraco nelas para não atormentar o animal. Provas da co-existência entre gatos e humanos datam à altura de 6000 A.C. na ilha do Chipre, onde arqueologistas encontraram ossos de gatos, humanos e ratos enterrados juntos.
Hoje em dia os gatos podem ser comprados, adoptados, resgatados das ruas e criados. Mas, apesar da nossa relação com os nossos gatos nenhuma cultura os recebeu tão bem como a cultura do Antigo Egípto.
Pensa-se que os humanos terão aceite os gatos pela sua vontade em caçar ratos que comiam as produções agrícolas destes.
O gato doméstico no Egípto data de 2000 A.C. Estes eram capturados do seu habitat natural enquanto pequenos para serem domesticados.
A primeira felina egípcia terá side Mafdet, representada nos Textos da Pirâmide (colecção de textos religiosos do Antigo Egípto da altura do Médio Império) por ter morto uma cobra com as suas garras. Mafdet significa "corredora" em egípcio.
Embora haja muitos outros deuses-gatos egípcios, Bastet é a única representada como gato doméstico. Os gatos eram então referidos como manifestações da deusa. Bastet tinha muitos papéis. Ela era a deusa da fertilidade, da lua e protectora de todos os gatos.
Quando representada em total figura felina era chamada de Bastet, mas quando representada com a cabeça de gato e corpo de mulher era chamada de Bast. Na mitologia egípcia, Bastet tinha muitos conflitos com outros deuses e deusas. Dizia-se ser a filha de Mwt e Amun, irmã de Djehuty, Sheshat, Het Heret, Ma'at e gémea de Sekhmet. Dizia-se ser também a parceira sexual de todos os deuses e deusas e a esposa de Rá.
Os gatos eram tratados como deuses no Antigo Egípto e protegidos pela lei. Se alguém matasse um gato nesta altura, era condenado à morte, tivesse o crime sido cometido deliberadamente ou não. As pessoas juntavam-se e matavam o autor do crime.
O amor dos egípcios pelos gatos era tão grande que fez com que estes se rendessem na guerra com o povo Persa. Sabendo da extrema devoção por parte dos primeiros pelos seus gatos, o general Persa ordenou aos seus soldados a captura de tantos gatos quantos conseguissem. Após capturarem gatos suficientes, returnaram à cidade de Pelusium e organizaram-se para a batalha. Ao ver o número de gatos aterrorizados que corriam pelo campo de batalha, os Egípcios renderam-se e entregaram a sua cidade aos Persas.
Noutro exemplo do amor dos Egípcios pelos seus gatos, Herodotus (antigo historiador Grego) conta que quando havia um fogo, os homens formavam uma linha para evitar que as chamam chegassem aos seus gatos.
A importância destes animais é também mostrada na abundância de estatuetas decoradas encontradas nos túmulos dos Egípcios.
Os gatos eram também mumificados após a morte e ratos, ratazanas e chávenas com leite colocadas nos seus túmulos. Contudo, raios-X de 55 gatos mumificados apresentavam pescoços partidos, implicando que os padres do Templo poderão tê-los morto para baixar a população felina e usado-os como uma oferta para a deusa Bastet.
Os cemitérios felinos encontram-se perto do rio Nilo e as múmias dos mesmos podem ser encontradas nos túmulos de Egípcios. A cidade de Bubastis ou Tell Basta contém cerca de 300 000 múmias felinas.

O processo de mumificação felina realizava-se da seguinte forma:

  1. Remoção dos órgãos internos;
  2. Enchimento do corpo com areia ou outro material;
  3. Posicionamento em pose sentada;
  4. Embrulhamento;
  5. Caras pintadas nas ligaduras com tinta preta;
  6. Desidratação natural.
Quando um gato morria, os ocupantes da casa onde isto tinha acontecido devido a causas naturais, atravessavam um grande período de luto e rapavam as suas sobrancelhas.
Embora o amor dos Egípcios por parte dos seus gatos fosse muitos grande, muitos Egiptólogos dizem que estes nunca foram considerados sagrados.

Porque é que os gatos dormem tanto?

Os gatos passam uma grande parte do seu tempo a dormir. O gato comum dorme entre 13 a 18 horas diárias. Isto varia com a idade e personalidade do animal.
Os recém-nascidos passam a maioria do seu tempo a dormir. Esta é a maneira da natureza se certificar que os bebés não vão para longe da sua ninhada e fazem barulho que atraia predadores enquanto a mãe gata não está perto deles. Com o passar das semanas a quantidade de horas de sono dos gatinhos muda para a mesma dos adultos.
O facto de serem predadores nocturnos faz com que os gatos durmam durante o dia e estejam acordados durante a noite. Contudo, os donos podem influenciar os horários de sono dos seus gatos.
Se o dono providenciar estímulos suficientes durante o dia como brinquedos ou companhia, então torna-se mais provável que o gato passe o dia acordado e durma de noite. 
Se deseja reduzir a actividade nocturna do seu gato então deverá passar algum tempo com ele a brincar para que ele se canse antes da hora de dormir.
Mas porque dormem os gatos tantas horas por dia? 
Os gatos por norma necessitam de energia para caçar. Quanto menos energia tiverem, menos caçam. Isto nunca mudou nem mesmo após a domesticação dos seus gatos e por essa mesma razão, mesmo que o seu gato não cace, ele continuará a dormir as mesmas horas que um gato que necessite de caçar para sobreviver.
Mas é preciso estar atento aos padrões de sono do seu gato, pois caso estes mudem poderá ser necessária uma visita ao veterinário.

Thursday, September 13, 2012

Gato quadraplégico dá primeiros passos

Este é o Lincoln, o mais novo gatinho a fazer parte da nossa rubrica "Gatos Extraordinários".
A 18 de Agosto de 2012 a associação sem fins lucrativos Tenth Life recebeu uma chamada preocupante de uma mulher em St. Louis que tinha acabado de encontrar um gatinho com apenas quatro semanas no meio de um passeio, completamente imóvel. Ela então levou-o para casa para o ajudar e procurar feridas, mas não conseguiu encontrar nada que fosse imediatamente visível. Ela alimentou e observou o gatinho que se mantinha deitado, sem capacidade de se levantar ou mover. A mulher assumiu que o gato teria partido as patas. 
Quando a associação chegou a casa da mulher para recolher o gato os seus corações pararam com a visão de um gatinho quadraplégico. Levaram então o gatinho para observação veterinária, receando o pior. Os veterinários determinaram então que Lincoln teria sofrido algum tipo de impacto do que teriam resultado lesões neurológicas ou a nível da coluna. Mas, não sabendo que tipo de impacto o gatinho teria sofrido seria impossível determinar o tipo de fisioterapia necessária para a sua condição.
Apesar de tudo isto o gatinho foi adoptado por uma família. Decididos a ajudar Lincoln começaram a fazer fisioterapia com o gatinho seis vezes ao dia, dobrando e esticando as suas perninhas e pegando nele enquanto aprendia a andar de novo.
"O Lincoln tem estado a fazer progressos incríveis." dizem os seus donos."Quando foi resgatado ficava deitado todo o dia e apenas levantava a cabeça ocasionalmente. Uma semana depois, com terapia, o gatinho já enrolava as suas patas à volta dos nossos dedos e levantava-se com ajuda e tentava levantar as patas para dar passos. Até se sentou e dava patadas nos seus brinquedos. Ficámos incrivelmente encorajados com o seu progresso em tão pouco tempo e estamos confiantes que o Lincoln andará de novo."

Veja também os dois videos abaixo:

Lincoln faz fisioterapia


Lincoln dá os seus primeiros passos